domingo, 20 de setembro de 2026

Um Jantar Para Duas

 

Em um ambiente escuro de boate de um famoso hotel, duas lindas mulheres de pele muito branca dançavam juntas, uma vestia um vestido negro preso ao pescoço, mas que revelava um longo decote que mostrava toda a deliciosa extensão de suas costas, e terminava um pouco abaixo do rego das suas nádegas, deixando bem claro que não havia mais nada por baixo daquele tecido que mal lhe cobria o corpo.  Seu corpo sinuoso, de seios pequenos, cintura fina e quadris largos, se ligavam a um par de pernas perfeitamente torneadas, desenhadas por um par de meias vermelhas rendadas, terminando em um belíssimo par de Scarpins pretos de salto agulha bem altos.  Seus cabelos louros lisos emolduravam um belíssimo rosto de olhos assombrosamente azuis e lábios carnudos de um tom vermelho vivo.

 

Sua linda parceira possuía cabelos encaracolados castanho-escuros que lhe desciam até a cintura, um par de olhos sobrenaturalmente verdes que pareciam brilhar no escuro, e lábios igualmente carnudos e vermelhos.  Ela usava um vestido tubinho vermelho, com um decote igualmente generoso que lhe revelava as curvas sinuosas das costas, de seios mais generosos, onde os mamilos pareciam querer perfurar o tecido do vestido.  Sua cintura fina revelava um quadril bem amplo, e um par de pernas grossas emolduradas por meias pretas rendadas que lhe desciam até onde se notava um par de Scarpins vermelhos de salto agulha perigosamente altos.

 

Não havia quem não notasse aquelas duas mulheres dançando ao som da música, esfregando seus corpos de forma extremamente lasciva uma na outra, se acariciando, massageando os seios uma da outra, ocasionalmente se colocando de frente uma a outra e beijando na boca, enfiando a língua dentro da boca uma da outra, sugando ferozmente.  Não havia na comunidade masculina, ou mesmo entre as mulheres, quem não notasse aquela cena depravada se desenrolando.  Os homens lutavam para tentarem esconder o volume que se formava em suas calças diante da imagem daquelas duas sereias famintas que se devoravam na frente de todos, de forma totalmente despudorada.

 


Um certo homem encostado no balcão do bar, apreciando seu "Whisky On The Rocks" observava tudo em seu canto, sozinho.  Esse belo homem alto, de porte atlético, elegante, vestindo um blusão preto, com as mangas dobradas, com um par de calças caqui social, cinto preto e sapatos sociais de couro marrom, chamou a atenção das sereias.  Elas se deslocaram em sua direção e começaram a cercá-lo.  A morena se colocou na frente dele, e a loira se posicionou por trás.  Ele mal podia acreditar que havia sido escolhido por aquelas duas sereias devassas que deixavam todos naquele ambiente confusos entre se sentirem horrorizados e hipnotizados com a atitude lasciva das duas.  Os olhares masculinos o invejavam, e as mulheres ficavam indecisas entre sentirem inveja delas ou extrema ira das duas.

 

Não levou muito tempo para que os três deixassem a boate em direção aos elevadores que levavam para os andares das suítes do hotel.  O quarto dele ficava no vigésimo segundo andar, o que significava que levariam um bom tempo dentro daquele elevador até que chegassem ao andar correspondente.

 

O homem começou a trocar beijos ardentes com as duas, e logo ele achou estranho o quanto a pele delas era fria, mas sedosa.  Ele estava tendo sua boca invadida pelas línguas das duas, portanto não demorou muito para que ele desconsiderasse esse detalhe.  O que ele também achou inusitado é que ambas chegavam a deixá-lo engasgado com suas línguas, mas isso também o deixou ainda mais excitado.

 

Aquelas duas sereias famintas logo se colocaram a despi-lo ainda dentro do elevador.  A morena se colocou a desabotoar o blusão dele, enquanto a loira já havia se colocado de joelhos por sobre o carpete do elevador, e estava soltando o cinto de couro e desabotoando a calça de sarja.  O membro já se encontrava latejando dentro do short branco.  A loira logo lhe arrancou o short até a altura do joelho e cuidou de abocanhar aquele membro rijo, engolindo gentilmente, saboreando carinhosamente o cogumelo da cabeça e gradativamente engolindo cada milímetro daquele membro.

 

Enquanto isso, a morena continuava penetrando sua boca com aquela língua insaciável e comprida, que ele sugava quase que de forma forçada.  Em um rápido movimento, a morena se posicionou por trás dele, e agora lhe segurava os braços nas costas, mantendo ele preso enquanto a loira agora lhe abocanha o membro por inteiro, enquanto usava sua mão esquerda para lhe acariciar seus testículos.  Ele então sentiu que uma enorme quantidade de ejaculação já se acumulava na região do esfíncter, e já se tornava quase impossível segurar aquele gozo.  A loira passou a enfiar dois dedos em seu ânus, e ele percebeu que seria impossível impedir aquela ejaculação, e terminou explodindo na boca daquela loira faminta, que engoliu por inteiro todo seu gozo.  Ele tentou sufocar o grito de gozo no meio daquele elevador, mas foi quase impossível.  Ele se viu refém daquelas duas sereias enlouquecidas que o tinham totalmente sob controle.

 


De pernas bambas, e ainda presas ao nível dos joelhos, as duas o conduziram para fora do elevador.  A loira o segurava pelo membro, enquanto a morena ainda segurando seus braços nas costas, o empurrava para seu respectivo quarto.  A loira pegou o cartão que abriria a porta no bolso do blusão aberto, conforme ele havia indicado a localização desse cartão, e abriu a porta para eles entrarem no quarto.  Ele sentia um misto de excitação e medo de ser flagrado completamente nu nas mãos daquelas duas mulheres, mas ainda se encontrava fraco do orgasmo experimentado no elevador a caminho do quarto.

 

As duas mulheres rapidamente acabaram de lhe arrancar toda a roupa, e o lançaram de imediato em cima da cama.  Ele ainda vivia uma confusão entre se sentir excitado por estar sendo literalmente devorado por aquelas duas sereias, mas ao mesmo se sentia ameaçado por aquela situação em que ele aparentemente não conseguia ter controle sobre elas.  ficou então quieto no meio da cama, apoiado sobre seus cotovelos, apreciando aquela linda visão das duas mulheres se despindo, uma tirando o vestido da outra, enquanto elas continuavam se acariciando, se abraçando, se beijando.  Ele sabia que a loira havia guardado seu gozo em sua boca, e agora as duas estavam compartilhando aquele saboroso néctar de macho viril.

 



Elas então vieram na direção dele com aquele olhar guloso de quem ainda não estava satisfeita.  A loira se colocou a seu lado lhe beijando a boca, enquanto agora era a morena que engolia seu membro.  Aquelas duas feiticeiras pareciam ter total controle sobre seu corpo, pois ele já sentia uma ereção forte surgindo enquanto aquela morena faminta o engolia por inteiro, e a loira quase o sufocava com sua língua preenchendo sua garganta novamente.

 

A morena logo encaixou dois dedos em seu ânus acariciando sua próstata, enquanto sugava gulosamente aquele membro.  A loira lhe acariciava o peito, enquanto ainda lhe penetrava a boca com aquela língua longa e grossa.  Ele logo sentiu que não conseguiria segurar por muito tempo aquele gozo que já se acumulava novamente de forma abundante.

 

Mas havia algo de errado.  Embora ele estivesse totalmente entregue ao controle daquelas duas feiticeiras devassas, ele sentiu que lhe faltava ar pois a loira agora literalmente o sufocava com força, tapando sua garganta com aquela língua, e ele se sentia sem forças para lutar porque seu corpo já se entregava por completo por ejacular na garganta da mulher morena.

 

Foi o orgasmo mais intenso que ele já havia experimentado na sua vida, e seria o último.

 

Conforme foi perdendo os sentidos, e seus batimentos cardíacos se aceleravam, ele foi incapaz de perceber que ambas mulheres agora apresentavam uma aparência demoníaca, com os olhos na cor vermelho vivo, e os caninos em suas bocas agora se fazendo evidentes.  A morena, em um rápido movimento direcionou sua boca para a coxa esquerda dele e lhe rasgou a femoral, sugando todo aquele jorro de sangue que agora saía em profusão, quente e delicioso, enquanto a loira lhe rasgou a carótida e também sorvia cada gota daquele líquido precioso.

 

O Jantar para duas estava servido, mas ninguém permanece vivo para contar sobre uma experiência dessas.

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