Um corpo de mulher foi encontrado completamente despido, jogado sobre a cama de um quarto, de um famoso e luxuoso hotel, onde uma importante convenção estava sendo promovida.
A camareira, ainda em estado de choque, havia entrado no quarto para a arrumação matinal e encontrou o corpo de uma mulher morena, com a pele empalidecida, os olhos esbugalhados, apresentando um enorme rasgo em sua perna esquerda por onde o sangue havia sido escoado, mas não havia nenhum sinal de sangue espalhado pela cama. Como se algo houvesse lhe sugado todo o sangue jorrado da artéria femoral exposta.
A polícia constatou ser uma famosa médica que estava atendendo a essa convenção.
Ninguém a conhecia direito. Todos diziam se tratar de uma médica cirurgiã renomada, de grande prestígio, mas muito reservada. Todos a respeitavam profundamente e sabiam que era uma pessoa que prezava muito por sua privacidade.
Na noite anterior, depois de um dia exaustivo de palestras na convenção, ela resolveu descer até o bar do hotel para comer alguma coisa e tomar uma taça de vinho, algo que ela apreciava enormemente. Embora fosse uma mulher reservada, mas sabia muito bem apreciar os pequenos prazeres da vida. Uma boa comida, um bom vinho, música, cinema, de alguma forma ela conseguia reservar um tempo para si para viver a vida do seu jeito.
Tratava-se de uma mulher belíssima, de altura mediana, pele morena, cabelos castanhos encrespados, olhos verdes profundos e penetrantes, pernas grossas bem torneadas, cintura fina. Não tinha como não ser notada, principalmente porque gostava muito de se produzir, usando vestidos justos, sapatos de salto alto, usava jóias, cordões, pulseiras, uma mulher absolutamente exótica.
Mas guardava um segredo que muitos apenas suspeitavam. Ela tinha preferência por mulheres. Não era exatamente lésbica no sentido restritivo da palavra, já tinha tido experiências com homens, mas devido as suas experimentações de faculdade passou a apreciar a intimidade que ela conseguia ter com mulheres e que não conseguia ter com os homens.
Naquela noite em particular ela teve um vislumbre que ela considerou absolutamente Divino. Uma mulher ruiva adentrou o bar, usando um vestido decotado amarrado na cintura, de cor vermelha, o que combinava com seus cabelos ruivos acobreados, uma pele sobrenaturalmente branca, olhos castanhos, usava um par de scarpins belíssimos pretos. As pernas estavam deliciosamente cobertas por um par de meia de seda que seguiam até a metade de suas coxas, muito embora esse detalhe pudesse estar encoberto pelo vestido.
Ela ficou encarando a mulher com o mais absoluto êxtase. Não demorou muito para que essa deliciosa ruiva a encarasse de volta, enquanto permanecia sentada em um banco no bar do hotel.
Sem se questionar muito, percebendo que estava sendo retribuída em seu fascínio, ela se dirigiu à mulher ruiva, tomaram mais duas taças de vinho tinto que a médica se prestou a pagar, ficaram conversando, trocando confidências, olhares, toques sutis. A médica estranhou a frieza da sua pele, mas não demorou muito para deixar esse detalhe de lado pois a conversa não só era muito envolvente, como também deixava ela com o sangue fervendo cada vez mais.
Não demorou muito para que a médica convidasse aquela deliciosa ruiva para subir até sua suíte, para que pudessem ter mais privacidade. No elevador, a caminho do vigésimo quarto andar, percebendo que ninguém mais adentraria o elevador, cederam a seus impulsos e se entrelaçaram em um beijo voluptuoso, intenso, onde as bocas se fundiram uma a outra, e as línguas adentraram famintas, se roçando ferozmente. A médica se deixou ficar imprensada contra o espelho do elevador, enquanto a ruiva lhe enlaçava pela cintura.
A médica mergulhou suas mãos naqueles cabelos cor de fogo, deixando que os dedos se entrelaçassem com aquelas madeixas, segurando sua cabeça para garantir que aquele beijo não tivesse fim.
Finalmente chegaram no andar desejado e percorreram rapidamente o corredor até a porta da suíte. Em desespero, a médica abriu a porta do quarto, as duas entraram, trancaram a porta e se abraçaram mais uma vez, desesperadamente arrancando os vestidos uma da outra.
Sem interromperem aquele beijo agonizante de tesão, elas seguiram tirando suas roupas de baixo, e a cada peça que era retirada, os beijos eram interrompidos para que elas pudessem saborear seus belíssimos seios. A ruiva engolia por completo os pequenos seios da médica, fazendo com que a morena estremecesse de prazer a cada sucção da boca daquela cadela ruiva no cio.
Ela correspondeu sugando os seios generosos da ruiva, de auréolas perfeitas, rosadas, ao mesmo tempo em que esfregava a cara por entre os seios, saboreando cada detalhe daquela anatomia perfeita.
A médica então resolveu jogar a ruiva em sua cama, e rapidamente se pôs a arrancar sua calcinha de renda preta, apreciando cada detalhe daquela mulher, beijando suas coxas internamente com carinho, acariciando, até que sua boca se pôs a saborear aquela vulva rosada, usando sua língua de forma habilidosa para explorar cada lábio, até finalmente chegar ao grêlo.
A ruiva começou a convulsionar de prazer, se entregando por completo àquela morena faminta, devoradora, tendo orgasmos seguidos pois ela não parava de devorar aquela linda mulher de pele fria e branca, e cabelos cor de fogo.
A ruiva segurou sua cabeça e se pôs a lhe beijar a boca, sentindo o sabor de seus orgasmos em seus lábios e em sua língua. Enquanto trocavam olhares intensos de desejo e luxúria, a ruiva direcionou a morena até o meio da cama, fazendo ela se deitar, entrelaçou suas coxas com as dela, e as duas se entregaram em um abraço de corpo inteiro, em um beijo interminável e intenso, alternando com mais algumas trocas de olhares.
A médica já não se importava com a frieza da pele dela, já que ela permanecia sentindo seu corpo todo incendiar por dentro. Era como se ela fosse capaz de gerar calor por elas duas.
Mas ela percebeu que a fúria da ruiva se tornava cada vez maior. Sua fome se tornava cada vez mais insuportável.
A ruiva então se reposicionou, colocando seu rosto de cara para aquela vulva linda, de grêlo avantajado, e ela começou a beijar e sugar aquele grêlo, chicoteando com a língua de forma rápida, variando a intensidade e intercalando com movimentos labiais, sugando aquele grêlo com vontade, fazendo com que a morena se contorcesse e gritasse de prazer, em total êxtase, tendo orgasmos seguidos, por vezes múltiplos.
No auge da sua entrega total àquela cadela ruiva, ela não foi capaz de perceber que os olhos dela haviam se tornado vermelho vivo, e um par de caninos alongados nasciam de sua boca. No auge do calor daquele sangue que circulava quente em suas veias, a mulher demoníaca lhe rasgou a pele da perna esquerda e grudou sua boca na ferida que agora jorrava sangue profusamente, e ela sorvia cada gota daquele néctar como se fosse o melhor dos vinhos.
A médica agora gritava aterrorizada, sentindo uma dor lancinante em sua coxa. Tentou empurrar a cabeça da mulher, mas se encontrava enfraquecida das contorções dos orgasmos e sentia que suas forças se esvaiam a cada gole daquele Ser demoníaco.
A mulher ruiva desapareceu. Alguns funcionários do bar relatavam se lembrar da mulher ruiva, mas ninguém sabia dizer de que forma ela entrou ou saiu do hotel.
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